terça-feira, 11 de junho de 2013

a carta impura

Por que aquela noite estava tão escura? Eu não sei responder! Apenas era assim, uma brisa de ventos fortes que faziam as janelas de meu quarto balançar e se chocarem, madeira com madeira!
O quão mais medonho aquela noite poderia ficar a ponto de querer dormir e nunca mais acordar....?
Coisas terríveis acontecem por isso irei contar nesse exato momento o que ocorreu naquela única e pior noite de todas.
Depois que vi aquela sombra na janela não imaginei que seria possível, O trato estava marcado e meu tempo estava correndo.
Uma semana antes, entrei em um desses chats que se encontram em qualquer lugar da internet, e me veio a conhecer uma menina como nome dado Lucy! Na foto era uma menina muito bonita, mas por dentro sua alma era vazia e com uma escuridão profunda!
Descobri esse fato quando me ocorreu de encontrar com ela, quando cheguei ao local de encontro olhei para a linda garota e percebi diante de meus olhos, eu...eu, já vivi aquilo mas nunca soube!
Ela chegou perto, olhou em meus olhos e disse:
- Quão vazia pode ser minha alma a ponto de escrever uma carta de suicídio? E matar um simples homem humilde de alma pura!
Estou vivendo um Loop a partir daquele dia! Todos os dias iguais! Quando acordo esqueço-me do que ocorreu e acontece os mesmos fatos na mesma hora!
E Hoje tirei apenas uma conclusão! Meu fim está próximo e meu destino marcado. Serei uma alma vazia e com uma profunda escuridão, tirando vidas de pessoas inocentes! Como Lucy tirava.
Os mesmos fatos ocorrem comigo! Escrevo essa carta para me suicidar, estou vazio e com uma vontade imensa de tirar vidas inocentes! Será que isso é o fim para todas as almas que morrem? Apenas ficarem em um grande Looper a vida toda após a morte? Bem Descobrirei isso após essa carta!
-Graciosamente e com esperanças Lucio!

o casarão

Cinco contra cinco. Esta era uma das únicas regras que deveria ser cumprida para os garotos do bairro jogar futebol na rua todos os sábados à tarde. A outra era uma regra comum que qualquer grupo de crianças sempre estabelecia: quem chuta longe é quem pega. Normalmente apareciam entre quinze e vinte garotos para jogar, o que garantia uma boa diversão, e os jogos só terminavam nas primeiras horas da noite. Mas naquele sábado terminaria mais cedo.

A rua em que jogavam era sem saída, bem estreita, com poucas casas, alguns carros sempre estavam estacionados por lá e a rua terminava no muro de entrada de um antigo casarão abandonado. Era, sem dúvida, o melhor lugar do bairro para se jogar.

A tarde já estava chegando ao seu fim, o Sol já ia se pondo, embora o dia ainda estivesse claro, quando Leonardo chutou a bola forte demais e pelo som de vidro se quebrando foi possível saber que ela havia ido parar no pior lugar em que poderia. Havia ido parar para dentro do antigo casarão, que tinha a fama de ser “mal-assombrado” por muitas pessoas na cidade porque estava abandonada por mais de trinta anos, mas regras são regras, portanto quem chutou é quem pega, e não seria por causa de uma simples casa abandonada que impediria Leonardo de cumpri-la, mesmo que ainda fosse um garoto de apenas treze anos.

Chegou até o muro, o qual não teve nenhuma dificuldade em subir pelo fato de ser pequeno, e assim pôde analisar como realmente era a casa: Tinha um grande espaço, onde provavelmente já fora um jardim pelos vestígios antigos que davam a entender sobre isso, o casarão possuía dois andares, com cinco janelas no segundo andar, sendo que uma delas estava quebrada por causa da bola, e mais seis no primeiro, a porta era grande, mas como já era velha não teria problemas em abri-la, por fora o casarão estava todo rachado e coberto de folhas. Se parecia com uma antiga casa de algum filme barato de terror e agora entendia o porquê da fama que possuía de ser mal-assombrada e se sentiu um pouco intimidado, mas nada que iria lhe impedir de entrar lá.

Desceu do muro e começou a andar pelo terreno a caminho da porta, mas enquanto caminhava jurava que alguém o estava observando, o que confiava que era apenas fruto de sua imaginação. Chegou até a porta e sentiu que a madeira fedia muito, pelo fato de ser muito velha, mas foi o que facilitou a entrada de Leonardo, que precisou dar apenas um chute nem tão forte para derrubá-la e entrar no casarão.

Entrou na sala principal e viu que ela estava toda mobiliada, com dois sofás, um grande relógio de ponteiro encostado na parede e uma pequena televisão, que parecia ser mais antiga do que a própria casa, em cima de uma pequena mesa, mas o que realmente surpreendeu Leonardo foi ver que a televisão estava ligada em algum antigo canal preto e branco e sem som, e o relógio também estava funcionando corretamente. Mesmo que fosse estranho, parecia muito que alguém morava lá.

Sabia que precisava chegar ao segundo andar e pegar a bola, por isso passou pela sala seguindo em frente até chegar à cozinha e começou a sentir medo pela primeira vez desde que entrou naquele casarão. Havia uma mesa arrumada com cinco cadeiras em volta, mas em cima dela estava uma faca própria de cozinha ensangüentada próxima à beirada da mesa, o que fazia o sangue pingar no chão e já havia uma pequena poça formada logo abaixo e a partir da poça se seguia uma trilha de sangue, como se algo houvesse sido arrastado pelo chão. Leonardo começou a seguir a trilha andando rapidamente, mas ainda não chegava a correr. 

A trilha levava até a escada que dava para o segundo andar e ainda continuava. Àquela altura Leonardo nem se lembrava mais o porquê estava lá, não queria nem mais continuar aquele jogo de futebol com seus amigos, estava hipnotizado por aquela trilha, sentia que algo lhe forçava a segui-la.

Hesitou um pouco quando chegou ao pé da escada, mas precisava subir, precisava saber aonde aquilo o levaria, então começou a subir os degraus, um por um, tomando o cuidado para não sujar seus tênis nas pequenas poças de sangue que cada degrau continha, afinal, usava aquele tênis já havia três anos e era de longe o seu preferido, mas naquele momento não pensava em nada, muito menos no tênis. Chegando ao segundo andar se deparou com um pequeno corredor com quatro portas, duas de cada lado e uma na reta no final. Leonardo já estava confuso e perdido demais, pois não sabia qual porta entraria primeiro, pois a trilha de sangue levava para todas as cinco portas.

Ficou parado por alguns instantes diante das portas e se deu conta do por que estava lá, se lembrou de que deveria buscar a bola e daria o fora daquele lugar o mais rápido possível. A bola estava em uma das portas, mas não sabia qual e não queria entrar uma por uma com medo do que poderia estar atrás delas.

Pensou por mais alguns segundos e optou por tomar a decisão menos favorável: iria entrar porta por porta até achar a merda da bola que já havia lhe trazido muitos problemas para um dia. Deu dois passos e entrou na primeira porta da direita. Era apenas um quarto, com uma cama simples em um canto e um armário no outro. Saiu e foi para a primeira porta da esquerda, que era apenas um banheiro, pelos menos já havia sido um algum dia, pois não havia nenhum “móvel” lá, foi apenas uma dedução.

Andou mais três passos e entrou na primeira porta da direita e quase começou a gritar como uma garota. Havia uma cama de criança encostada na parede, um pequeno armário e uma caixa de brinquedos no centro do quarto, e sentado à frente da caixa estava uma criança que aparentava ter entre quatro e cinco anos, usando uma roupa que era possível saber que pertencia a algumas épocas atrás. Estava sentada segurando um pequeno boneco e levantou o rosto lentamente para Leonardo, mostrando um sorriso perturbador, que combinava pelo fato de ser o espírito de uma criança. Mesmo com treze anos era possível raciocinar sobre isso, não era nada muito difícil. Quando o garoto começou a se levantar lentamente, ainda com o mesmo sorriso no rosto como se quisesse um companheiro para brincar, Leonardo saiu desesperadamente pela porta ouvindo um riso macabro que o garoto passou a emitir e entrou na porta do lado esquerdo, ao invés de ir embora, o que foi outro erro.

Desta vez o cômodo era um banheiro completo, com uma grande banheira que estava cheia de água misturada com sangue, e quem estava dentro era um homem, que parecia estar na casa dos quarenta e estava com uma expressão facial de quem sentia muita dor e gemia muito alto, quase gritando de dor, e Leonardo constatou que o homem realmente estava sofrendo quando ele levantou da banheira com o corpo nu e repleto de cortes que faziam sangue sair em grande quantidade de seu corpo, e ele iria atrás de Leonardo, assim como o pequeno garotinho também estava.

O tempo estava acabando, o gemido do homem misturava-se com a risada do garoto, fazendo um som que penetrava até o fundo do cérebro de Leonardo, e ainda restava uma porta para verificar. Entrou pela última porta quase a arrombando, embora não tivesse força para isso, mas o desespero que sentia era maior que tudo, e a bola estava lá. A maldita bola havia de fato quebrado a janela e parado no centro de outro pequeno quarto, com os pedaços de vidro espalhados ao redor. Rapidamente a pegou-a e voltou ao corredor para descer as escadas. 

Chegou à entrada da porta e o pequeno garoto e o homem estavam agora parados na porta de seus respectivos cômodos, mas ainda faziam os sons aterrorizantes que deixavam Leonardo na beira de um choro desolador. Carregava a bola debaixo de seu braço direito e, com toda agilidade que um garoto de sua idade possuía, abaixou a cabeça e saiu em disparada na direção da escada, sentindo uma tentativa de puxão em seus braços quando passou pelos espíritos.

Desceu as escadas pulando alguns degraus e já não estava mais se importando se sujaria seu tênis ou não, tudo o que queria era sair daquele inferno mental o mais depressa possível. Passou pela cozinha e viu que não havia mais nenhum sangue em cima da mesa e quando passou pela sala não havia mais nada, era apenas um grande cômodo vazio, mas ainda ouvia a mistura do riso e do gemido.

Estava correndo sem parar e subiu o pequeno muro se preparando para sair de lá, deu uma última olhada para trás e pôde ver em uma das janelas do andar de cima a imagem do homem sofrendo ensangüentado e na porta da sala viu o garoto, com o mesmo sorriso e segurando o mesmo boneco. 

Leonardo sentiu um frio lhe subir até a nuca e como ainda estava Sol, voltou para a rua terminar a partida daquele final de semana, afinal, após todo o esforço para recuperar a bola o mais justo seria pelo menos terminá-la.

perdão

O cano frio em sua têmpora fazia seu corpo estremecer por completo.Estava sentado em uma cadeira de madeira com os pés e as mãos atadas, na sua frente centenas de pessoas rezavam e algumas chegavam a chorar.

-Por favor, me deixe ir.

-Por que ainda pede? Sabe que não vai sair daqui vivo mesmo.

A cabeça do padre era tomada por pensamentos sombrios, rezava mas sabia que não havia como escapar.O homem que estava lhe ameaçando era um conhecido homicida da cidade.

Lord Rodrigo se tornou famoso por assassinar dezenas de padres em praças públicas.O assassino drogava suas vítimas e as conduzia até praças famosas de Patos, atirava nos sacerdotes e sempre dava um jeito de fugir do local.

Quando a policia chegou na praça, tudo o que Rodrigo fez foi apertar o gatilho.O projetil invadiu o crânio do fiel e atravessou toda a estrutura, expelindo pedaços do cérebro no chão quente. 

Ainda era o inicio da tarde. 

Por incrível que se pudesse parecer, o algoz não fugiu do local.Apenas permaneceu parado atrás do corpo, fazendo gestos com as mãos para os policiais.

Parecia que estava os convidando.

II

A rua estava calma e silenciosa, crianças brincavam de esconde-esconde ao passo de que algumas mulheres concentravam-se na atividade de fofocar e de varrer as calçadas.

A tranquilidade foi abruptamente interrompida quando duas viaturas da policia dobraram a esquina em alta velocidade, ambas frearam em frente a delegacia. De dentro de um dos carros dois policiais desceram, os mesmos traziam consigo um homem algemado nas mãos e pernas.

Longe dali, pessoas saiam gritavam e corriam por quase todas as ruas da cidade.A notícia de que Lord Rodrigo havia sido preso espalhou-se como fogo em palha e não demorou para que vários habitantes fossem para frente da delegacia, afinal era motivo para festejar.

A sala de interrogatório era escura e repleta de câmeras, duas cadeiras decoravam o local.Em uma delas estava o assassino e logo um homem adentrou no local, pela farda era possível identificar que se tratava de um policial.

-Finalmente você perdeu, em? 

-Eu não perdi.A voz de Rodrigo era extremamente grave, lembrava um rugido de cachorro.

-Ah, perdeu sim meu amigo.Você está preso agora, não entende?

-Como é seu nome?

-Sou em quem faço as perguntas aqui, rapaz.Agora me responda, por que matou todos aqueles padres? A voz do detetive soava calma, mas escondia o medo que ele sentia ao estar na presença do Serial Killer mais famoso da Europa.

-Para evitar mortes.

-É um pouco sem sentido, não? Quer dizer..matar pessoas para evitar mortes.

-Aqueles homens semeavam a discórdia.Todas as semanas diziam aos fiéis que os que não acreditavam em Deus mereciam ser excluídos, que eram obra do Satanás.

-Então você alega que matou todas aquelas pessoas simplesmente por que elas tinham fé? Uma espécie de curiosidade podia ser sentida no tom de voz.

-Não, eu matei porque eles distorciam a fé.Não aceitavam as diferenças e por isso mereciam morrer, o fedor deles estava contaminando toda a cidade.

-Você acredita em Deus, Rodrigo? 

-Eu sou Deus.

-Hahahaha.A gargalhada proferida foi audível até mesmo para os que estavam do lado de fora da sala.Rodrigo mexeu-se desconfortavelmente na cadeira, parecia estar incomodado com alguma coisa.

-Você precisa de tratamento psicológico, louco! Dizia o policial, enquanto levantava-se da cadeira e seguia até a porta.Antes de sair escutou palavras que fizeram seu corpo tremer.

-Antes do fim do dia você vai entender, Daniel.

IV

Daniel estava em sua sala, observando a rua.A felicidade transbordava por todo o corpo, havia conseguido prender o homem mais procurado do país.

Iria utilizar aquilo para promover sua candidatura a deputado.

Estava caminhando em direção a máquina de café quando lembrou de uma coisa, pôs-se a pensar na sua conversa com Rodrigo. Ironicamente, não lembrava de ter dito seu nome para o assassino.

Quando começou a ir em direção á sala de interrogatório escutou um barulho extremamente alto, parecia que as paredes estavam sendo arremessadas umas contras as outras.Em pouco tempo a estrutura do prédio começou a tremer.

Quando abriu a porta, o homem teve uma das piores visões que alguém poderia ter.

Dezenas de policiais estavam mortos, os corpos pareciam ter sido estraçalhados por algum animal.Vísceras e órgãos espalhavam-se pelo chão ao passo de que membros e sangue fresco manchavam as paredes e alguns pedaços do teto.

O detetive não entendia como aquilo podia ter acontecido em questão de segundos.Olhou para o lado e avistou a coisa mais assustadora que já tinha visto na vida.

Rodrigo estava em pé, completamente livre e com uma cabeça na mão.O seu corpo completamente coberto por uma espécie de aura branca ao passo de que um par de asas exibia-se, imponente e poderosas.

Um Deus em sua perfeita forma.

-M-M-Meu De-Deus, perdão! Era o que suplicava Daniel, enquanto ajoelhava-se.

-Seu Deus está morto, Daniel.Sua raça o matou há muito tempo atrás quando trocou a fé pela vaidade.A voz do anjo agora era ainda mais forte e alta.

-Me perdoe.Lágrimas rolavam pelo rosto do humano, quando sua cabeça foi arrancada do pescoço.O tronco expelia sangue enquanto caia e completava a cena da chacina.

-Algumas coisas não devem ser perdoadas, Dizia Rodrigo enquanto caminhava para fora da delegacia.

Uma limpeza precisava ser feita.

FIM

esconde esconde

OIvocê sabe que eu estou atrás de você não sabe? você tem medo de olhar para mim mas eu sempre observo você de noite você já me viu eu acho um corpo alto um par de olhos te observando na escuridão sou eu mas está ficando chato não tem mais graça olhar você e engraçado pois você enfarta de medo quando me vê mas eu proponho uma coisa diferente que tal brincarmos de esconde esconde? agora neste instante eu estou na porta de sua casa com uma faca você tem 20 segundos para se esconder 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20pronto ou não aí vou euBOA SORTE...

HELEN THE KILLER

olá vim aqui postar sobre uma amiga minha que anda muito estranha ultimamente, o nome dela é helena entrou na minha escola no inicio do ano sempre quieta e tímida ,a maioria das vezes acompanhada de seu casaco de frio de cor cinza (nem fazia tanto frio lá) ela gostava de ouvir rock e sempre gostou de pinturas (era uma artista nata)usava este teu dom para expressar seus sentimentos, pois seu pai era um  alcoólatra e tinha se separado de sua mãe  que agora estava casada com um homem autoritário que era rico e odiava ela ,além disso tinha 4 irmãos mais novos  que a obrigavam a ficar de de babá o dia inteiro  e só tinha sossego de noite a hora que ela se dedicava a pintar seus quadros .nos últimos tempos ela tem vindo na escola toda roxa e deprimida até que um dia ela veio e me falou :hoje eu virarei historia .no outro dia a casa dela foi encontrada cheio de cadáveres (aparentemente sua família) todos de cabeça para baixo amarrados no teto com os olhos furados com pincéis em seus olhos e ao lado vários quadros com pinturas de assassinatos diferentes e o primeiro igual a morte de seus pais com um risco bem no meio como se tivesse dizendo "esse já foi"  e bem embaixo escrito HELEN THE KILLER 

sábado, 1 de junho de 2013

CONTRATO #3

eu e meu irmão viemos para cá quando tinhamos 9 anos de idade .se você está se perguntando que lugar é este eu vou te dizer é o pior lugar do mundo ainda mais se seus pais acabaram de morrer brutalmente e você não tem parentes para morar .esse lugar  é o ORFANATO .após os meus pais serem encontrados decaptados e sem os órgãos internos a policia declarou que foram mafiosos(ladrôes de orgãos) eu sabia que não era isso .que tinha alguma coisa a mais  por que sempre quando saíamos de casa eu e meu irmão tinhamos a sensação de estarmos sendo vigiados.mais enfim agora estou no ORFANATO estou escrevendo escondido em um canto escuro do porão com um notebook velho que é de uma amiga...após mudarmos para cá eu senti como se alguem me vigiasse agora e logo as coisas foram se tornando mais tensas alguns dias depois nós fizemos amigos que sempre faziam brincadeiras sem graça conosco como por  exempio irmãos grins porquê nós viamos coisas .em uma dessas brincadeiras eu sai correndo e me escondi no sótão  achei uma foto antiga  dos meus pais  (pareceu que alguem tinha jogado).uma foto que eu mesmo ja tinha visto várias vezes era a do meu pai e minha mãe abraçados na casa de praia ,mais tinha uma coisa diferente a foto se mudou na minha frente a minha mãe agora estava em uma cama sangrando  e toda machucada ao lado de alguma coisa vestida de preto com um papél  nas mãos escrito CONTRATO VENCIDO e ao lado da cama estava meu pai de joelho com as costas sangrando enquanto outras coisas de preto(essas eram menores do que a que estava na cama) o chicoteavam e zombavam da cara dele ...nesse instante meu irmão gritou meu nome eu encontrei ele e  mostrei a foto ele ficou pasmo e começou a chorar .alguns dias se passaram e  em uma noite  eu e meu irmão fomos beber água e ouvimos um barulho atrás de nós éra a mesma criatura da foto nós corremos e nos escondemos em um dos quartos <por incrivel que pareça ninguem acordava quando fomos chamar a supervisora percebemos que todos estavam mortos tentamos fugir do orfanato mais as portas estavam trancadas então eu peguei o notbook da minha amiga que estava caido  e  eu meu irmão corremos quando olhei para trás meu irmão não estava mais lá eu corri e  me escondi no canto do porão liguei o notbook e comecei e digitar,quando peguei a foto dos meus pais dessa vez estava diferente meu irmão estava enforcado por uma corda no teto e eu estava na porta de entrada segurado por duas coisas vestidas de preto ..e então alguma coisa se mecheu na minha frente era uma criatura com vestes negras  e um papel nas mãos escrito CONTRATO VENCIDO